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Lagoa Da Canoa: onde está o dinheiro?

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Não está fácil a vida em Lagoa Da Canoa, de um lado o povo esquecido pela atual gestão municipal sofre como jamais visto na história da jovem cidade do agreste alagoano, do outro lado, é sofrível ver uma administradora pública, eleita três anos atrás pelo voto popular, não ter popular para prestigiar a maior obra de sua gestão: um poço artesiano.

Restando praticamente um ano para a eleição de outubro de 2020, a prefeita Tainá do Dr. Lauro vem enfrentando uma verdadeira onda de desprezo em suas iniciativas, numa tentativa desorganizada, a prefeita tenta a todo custo fazer a população aceitar suas intempéries e lhe outorgar mais quatro anos de mandato, com visitas inusitadas, praças vazias e inaugurações sem povo, a prefeita Tainá do Dr. Lauro segue claudicando num caminho cheio de obstáculos que ela mesma reservou para ela. Taina do Dr. Lauro não conseguiu realizar metade da metade de suas promessas de campanha, agora, não encontra amparo popular e se distancia cada vez mais daquele que é verdadeiramente o seu patrão: o povo.

O que é de praxe na vida pública é anunciar as obras a serem realizadas e quando inauguradas, talvez ai encontremos um dos grandes vexames para a gestora canoense, uma vez que, a população atenta, foi informada que a prefeita pediu um crédito suplementar a câmara de vereadores em regime de urgência no mês de janeiro deste ano, em pleno recesso parlamentar. Pois bem, esse crédito no valor de mais de 700 mil reais poderia ser utilizado para uma centena de casas populares? Não. Poderia ser usado para a construção de 70 poços artesianos para acabar com a sede do povo canoense? Não. Poderia ser utilizado para comprar um milhão e quatrocentas mil cestas básicas e acabar com a fome em Lagoa Da Canoa? Não. Então para que foi solicitado esse credito às pressas no recesso parlamentar? Foi solicitado para construir uma praça! Cadê a praça quase dez meses depois? Ninguém sabe ninguém viu. É por essa e outras façanhas realizadas pela gestora Tainá do Dr. Lauro que a prefeita tem ficado cada vez mais só.

Desta maneira, a gestora quer de novo um povo que não é mais seu e isso fica explicito quando da inauguração de um poço artesiano no povoado Antonica, quando mesmo com carro de som convidando aquela comunidade para o evento, a população não compareceu, se colocou banda para comemorar a inauguração e os músicos tocaram sem plateia, e não por eles que são ótimos profissionais,  se leva o evento para o centro, na praça o povo não está e para completar, tem secretaria que não sabe nem onde está, pois, se não conhece o povo canoense, como conhecerá sua geografia? Assim sendo, até nome de povoado quer mudar de Antonica para Antunica, imaginando que a pronúncia é a mesma, mas soletrando o povo sabe o que é certo e o que é errado na administração, na ação. Uma verdadeira torre de babel.